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Darren Aronofsky e a utopia estética!

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Pensei imediatamente em Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues, quando saí da sessão de mãe! (de Darren Aronofsky). Isso porque em seus filmes mais recentes, ambos mascaram os “fetiches” religiosos como uma provocação aos símbolos que necessariamente existem em seus receptores. João Pedro fala de uma liberdade em mutação que ainda não existe na igreja como instituição, enquanto Aronofsky a observa como está e quer falar do mundo, mediar a humanidade ao que seria responsável por criar: o caos, o apocalipse – sabe essa tensão aí do Trump com a Coreia? Exatamente. Eu, na minha casa escrevendo esse texto, também sou culpado por elaEm mãe!, porém, existem insistências para além da profecia que desvalorizam a mensagem. Jennifer Lawrence, a mãe sem nome, é bombardeada desde o início pelas “visitas” não convidadas e como solução imediata, é preciso martelar por horas que o seu lugar é de incômodo, de desconhecimento, e a ausência de ação passa a sucatear a ferramenta.

Quando pela milésima vez alguém entra na “casa”, e ela permanece tonteando pelos cômodos pedindo que saiam, essa história isolada do simbolismo já não faz tanto sentido - a posição se transforma em midiatização do sentimento, no caso a angústia, que é emulada incontáveis vezes por meio de uma única fórmula. As mulheres retratadas na bíblia são “mudas” como Jennifer, mas a escolha por insistir na repetição está muito mais ligada à provocação do possível terror enquanto gênero, do que ao fato lógico de que passou muito tempo entre as escritas de “Gênesis” e o tão nomeado “Apocalipse”A estrutura do roteiro isola Jennifer em uma bolha de impassibilidade, onde o espectador precisa permanecer até se desprender da realidade e entender que não está mais num filme “naturalista”. Precisamos transcender, algo como o que Nolan fez no questionável último ato de ‘Interestelar’ - passar da exatidão ao sublime por meio da fantasia "inesperada".

É claro que pela potência que evoca, o filme funciona numa visão macroscópica. Aliás, a partir da criação do “poema” até seu desfecho, mãe! é desestabilizante e sufocante (e finalmente num bom sentido). Emociona o modo como, de repente (literalmente), surgimos em tela com todos os conflitos imersos. Já entendemos muito bem o que o filme resolveu esconder até ali, e a chuva de informações soltas (como a mulher que rouba, a jornalista que manda executá-la, o policial que prende a mãe, etc.) geram no subconsciente um estado de digestão seletiva. Estão falando da bíblia, né? Esse é Cristo?! 

O filme depende de uma tradução que é resolvida quase matematicamente, como se a história fosse algo simples escrito naquelas fontes de símbolos do Word: para traduzir isto, não preciso da sua imaginação, basta mudar a fonte para uma que você conheça.. De repente, torna-se uma metaforização tão exaustiva que o roteiro sequer resiste à excedência da lógica. “Quem sou eu?” / “Você é a casa” / "Precisamos arranjar um modo de perdoá-los". Diálogos que beiram a caricatura contracenam com outros de sensação verídica, como quando a mãe rebate ao seu Deus/Espírito Santo: “Você não me ama. Você ama meu amor por você”.

Bardem nem precisa falar muito para que possamos entender sua posição frouxa como um questionamento à divindade defendida por milênios. Esse Deus quer fama, quer ser amado (como qualquer grande artista de Hollywood), e não pensa duas vezes antes de perdoar seu público por ter matado seu filho. Ele não existe sem os seguidores, e surge a velha pergunta: quem criou quem? Mas essas nuances são tão imediatas que a ideia é submetida ao único propósito de mascarar a metáfora de um delírio que funciona pelo exotismo e, não podia faltar, pelo grafismo, a sensação de horror.

As imagens que existem em mãe! são inicialmente surpreendentes, mas muitas delas se perdem. A ideia de retratar a casa invadida como a igreja “deturpada” pela humanidade tem problemas de sustentação nessa insistência – soa “qualquer coisa” quando a luxúria de Adão e Eva corrompem o paraíso, ou quando em seguida se recria a morte de Abel (precisamos saber que estamos em Gênesis, ok, mas e daí?). É quase cômico imaginar que há algum sentido em ressignificar essa história para só no final dizer que o motivo é que nós somos os responsáveis pela jornada.

Mas entendo quem por razões semelhantes não aprove, por exemplo, A Árvore da Vida, do prolixo Terrence Malick, por mais que eu defenda que há uma diferença entre seus esconderijos religiosos. Mas o raciocínio diante histórias como essa parte da recepção/interpretação, e a existência de uma concepção definitiva de qualidade é inválida. O cinema é uma questão relativa de suficiência.

Para outro espectador, por exemplo, pode ser suficiente que mãe! brinque com os personagens bíblicos ao ponto de forçar em alguns segundos falas ou situações para que a teoria encaixe, como todas as insistências em torno da imagem passiva de Deus. Malick, em exemplo imediato, não precisa dizer nada para que o seu Deus se projete na imagem incomunicável do sol. Nos primeiros minutos de Árvore da Vida, o pai vivido por Brad Pitt se debruça diante o sol ao saber da morte do filho. Ao fundo, ouvimos um sino de igreja. Esse Deus é um entendimento mais livre do que os rótulos dos próprios personagens católicos da história; não é um Deus que existe na igreja, mas no mundo, e cada espectador mudará essa percepção. A Aronofsky é suficiente refletir sobre essas questões de modo limitado a fonte, já que lhe interessa tanto essa projeção “moderna”. O prazer de desvendar o mistério, por mais óbvio e angustiante que ele possa ser, forma uma ilusão de participação do filme - e nada disso reforça um argumento a favor ou contra a obra, mas exclusivamente reforça minha recepção. Nesse sentido, expô-la se torna unicamente uma provocação.

Não importa muito (quase nada, na verdade) classificá-lo, rankeá-lo, num processo separatista que alimenta a discussão que só acontece sobre um cinema enquanto estética (visual, técnica e narrativa). O que mãe! tem de significante é fazer pensar a religião como relato mitológico e igualmente físico.

O livro do apocalipse foi escrito num período de coerção ao cristianismo, e o texto possui leituras que metaforizam a realidade (o inverso do filme). “Aquele que lê o Apocalipse não pode viver a vida esperando o consolo após a morte. Deve procurar a justiça aqui”, falas do cônego Celso Pedro da Silva. É um exagero pensar que Darren possui esse interesse prático. Mas não fui o único a sair pensando em machismo e feminicídio (pela chocante menção a Maria Madalena), ou sobre as guerras, a mídia, globalização, devoção, indústrias e fanatismos.

Se mãe! não resiste como filme, vive como uma utopia de autoconsciência, na credibilidade que não o dignificaremos pela performance de Jennifer Lawrence, ou dos Oscars que merece, mas por pensarmos sobre o que fizemos com o mundo. Potente? Potente! Suficiente?




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